Neil Armstrong


Neil Armstrong – Foto Nasa

 

Neil Armstrong

É, definitivamente, um dos meus maiores heróis.

Sei que muitos são aqueles que não entendem a importância para o planeta, para os humanos e para a sua suposta civilização do pequeno passo que deu na Lua, mas basta googlar e encontrarão os diversos avanços científicos que melhoraram (e continuam a melhorar) o nosso dia-a-dia na casa-mãe Terra resultantes da exploração espacial.

Sem demagogias que defendem que os milhões investidos na exploração espacial seriam mais úteis aqui em baixo, para a ajudar os mais necessitados dos necessitados. O facto é que quem vive com os pés bem assentes na Terra sabe perfeitamente que esses milhões nunca chegariam a quem, de facto, precisa deles.

Muito francamente, tal ingenuidade cansa-me a beleza e, sobretudo, a inteligência. E entre entregar de mão beijada esses milhões aos exércitos privados e às máfias encaputadas que dominam as zonas mais pobres da nossa bola azul (e que as tornam cada vez mais pobres) ou investi-los no avanço científico, eu prefiro, sem margem para dúvidas, a segunda hipótese.

Por isso, hurrah! para Neil Armstrong e para todos os outros homens e mulheres e robôs que se entregam de corpo e alma à arte de fazer crescer a ciência.

http://neilarmstronginfo.com/

Galeria de imagens de Neil Armstrong  (NASA) http://go.nasa.gov/RkUPa4

Bio de Neil Armstrong (NASA)  http://www.nasa.gov/centers/glenn/about/bios/neilabio.html

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Coalas em Portugal? Não, obrigada.


Coalas em Portugal? Não, obrigada.

Coalas

 

Numa altura em que os dados de organizações internacionais confirmam aquilo que todos suspeitavam ser uma verdade, que Portugal é o país europeu com maior número de fogos florestais (e não se tratam de comparações relativas, ou seja, dimensão do território versus número de sinistros), o Governo planeia permitir uma quase liberalização da plantação de eucaliptos.

Percebe-se o interesse económico da medida mas percebe-se também que beneficia apenas uma única indústria, enquanto prejudica a agricultura – da qual o Executivo faz bandeira, de papel, naturalmente -, as potencialidades dos projectos de ecoturismo, as restantes indústrias que vivem dos mais diversificados tipos de madeira, as populações que vivem junto à floresta e, last but definitely not least, o meio ambiente.

Talvez o Governo esteja a ponderar a possibilidade de introduzir do ecossistema português o tão luso coala, conhecido apreciador das aromáticas folhas de eucalipto. Concordo que se trata de um animal simpático – talvez um pouco menos simpático quando percebem de que se alimentam os bebés coalas… -, mas que deve permanecer na Austrália e nos zoos.

Esclareça-se que não vejo o eucalipto como uma espécie maldita. Contudo, as suas necessidades de água são pouco concordantes com o clima, fauna e flora portugueses, facto que deverá estar relacionado com a sua origem austral, suspeito.

Já quanto a medidas que permitiriam reduzir o número de incêndios florestais, como a introdução de pequenos pomares – a combustão das árvores de fruto é bastante mais lenta que a de espécimes florestais -, a criação de clareiras e caminhos, a limpeza das matas e a instituição da efectiva penalização para quem não o faz, o regresso da agricultura – que não só esculpe e cria barreiras à progressão do fogo, como também devolve a presença humana a zonas agora deixadas ao abandono, logo, aumenta a vigilância – ou a reflorestação com árvores de dificultam o avanço do fogo – com a ramagem mais alta e que não favoreçam tanto o aparecimento de vegetação parasita no solo… Quanto a essas medidas, nada. Continuamos à espera que arda Portugal inteiro e gastar recursos humanos e financeiros a combater os incêndios, a ajudar quem perdeu tudo pelo caminho das chamas e a investigar quem foi o pirómano que lançou o fósforo.

Teremos, mais uma vez, que esperar que por tragédias anunciadas que vão por além da extinção do sinistro e mostram a sua pior face meses mais tarde. Claro, a desertificação – climática – do território e o impacto manifestamente agravado das condições meteorológicas nas regiões mais afectadas. Se não, veremos o que poderá fazer a Natureza quando voltar a chover nas zonas ardidas este ano, nomeadamente, na Madeira.

Afinal, é expectável e desejável que a chuva regresse ao arquipélago, depois de mais de nove meses de seca. Porém, o que será possível fazer para que a água, agora sem barreiras naturais, destruídas pelos recentes fogos, e resvalando num solo cuja camada superficial é constituída por detritos e cinza? Será possível travar a sua força perante uma território que geomorficamente favorece a sua fácil progressão, mas ao qual a Natureza se encarregou de criar pequenos diques naturais, como a vegetação e o tipo de solo?

Gosto pouco de ser ave agoirenta, mas parece-me ser uma colcha de Penélope.

Ou talvez a resposta seja a plantação intensiva de eucaliptos, quem sabe… É conhecida a facilidade com que os bombeiros australianos combatem os seus incêndios florestais ao longo das vastas manchas de eucaliptos. E é também por isso que por lá diversas organizações, governamentais e não governamentais, que cuidam dos simpáticos coalas queimados pelos incêndios.

Cassiano Branco


Cassiano Branco

Cassiano Viriato Branco (S. José, Lisboa, Agosto de 1897 — Lisboa, 24 de Abril de 1970 (72 anos)) foi um arquitecto português.

Cassiano Branco nasceu em Lisboa, junto aos Restauradores da freguesia de S. José, em Agosto de 1897, filho de Maria de Assumpção Viriato e Cassiano José Branco (pequeno industrial de Alcácer do Sal).

Em 1917 casou-se com Maria Elisa Soares Branco.

Em 1919 concluiu os exames do antigo Curso Geral de Desenho, preparatórios da sua admissão ao Curso de Arquitectura que conclui em 1926.

Mais tarde, em 1958, apoiou a candidatura do general Humberto Delgado à Presidência da República, tendo então sido detido pela PIDE.

Morreu a 24 de Abril de 1970 em Lisboa, com 72 anos de idade.

Autor do Hotel Britania, assinou projectos como o Éden Teatro e o Cinema Império em Lisboa, o Portugal dos Pequenitos, em Coimbra, ou o Coliseu do Porto, assim como numerosos prédios de habitação, cafés, uma estação de comboios em Benguela, Angola, várias barragens e hotéis como o Grande Hotel de Luso e o Britania, então Hotel do Império.

Obras

Câmara Municipal da Sertã – Sertã 1927

Edifício do Éden Teatro – Lisboa 1932

Hotel Vitória / Av. da Liberdade 168 Lisboa 1934 – Actualmente Centro de Trabalho “Vitória”, propriedade do PCP, tendo sido a sua primeira sede.

Grande Hotel do Luso – Luso 1938

Coliseu do Porto – Porto 1939

Edifício do Cinema Império / Cine-Teatro Império – Lisboa 1948

Portugal dos Pequenitos – Coimbra 1961

 

 

Londres2012: Canoagem – Portugueses de prata na final de K2 1.000 metros


Londres2012: Canoagem – Portugueses de prata na final de K2 1.000 metros

LUSA

Windsor, Inglaterra, 08 ago (Lusa) – Os portugueses Fernando Pimenta e Emanuel Silva conquistaram hoje a medalha de prata na prova de K2 1.000 metros de canoagem dos Jogos Olímpicos Londres2012, ganha pela Hungria.

A dupla lusa gastou 3.09,699 minutos e foi apenas batido pelos húngaros Rudolf Dombi e Roland Kokeny (3.09,646).

Na terceira posição ficaram os alemães Martin Holstein e Andreas Ihle, em 3.10,117 minutos.