Zoo de Lisboa/Lisbon’s Zoo (2)


Chita - Zoo de Lisboa/Cheetah - Lisbon's Zoo

Chita - Zoo de Lisboa/Cheetah - Lisbon's Zoo

Coala- Zoo de Lisboa/Koala - Lisbon's Zoo

Coelho - Zoo de Lisboa/Rabbit - Lisbon's Zoo

Coelho - Zoo de Lisboa/Rabbit - Lisbon's Zoo

Crocodilo - Zoo de Lisboa/Crocodile - Lisbon's Zoo

Crocodilo - Zoo de Lisboa/Crocodile - Lisbon's Zoo

Crocodilo - Zoo de Lisboa/Crocodile - Lisbon's Zoo

Dragão de Komodo - Zoo de Lisboa/Komodo's Dragon - Lisbon's Zoo

Dragão de Komodo - Zoo de Lisboa/Komodo's Dragon - Lisbon's Zoo

Elefantes - Zoo de Lisboa/Elephants - Lisbon's Zoo

Elefantes - Zoo de Lisboa/Elephants - Lisbon's Zoo

Girafas - Zoo de Lisboa/Giraffes - Lisbon's Zoo

Girafas - Zoo de Lisboa/Giraffes - Lisbon's Zoo

Hipopótamo - Zoo de Lisboa/Hippopotamus - Lisbon's Zoo

Hipopótamo Anão - Zoo de Lisboa/Dwarf Hippopotamus - Lisbon's Zoo

Hipopótamo Anão - Zoo de Lisboa/Dwarf Hippopotamus - Lisbon's Zoo

Iguana - Zoo de Lisboa/Iguana - Lisbon's Zoo

Iguana - Zoo de Lisboa/Iguana - Lisbon's Zoo

Leão - Zoo de Lisboa/Lion - Lisbon's Zoo

Leão - Zoo de Lisboa/Lion - Lisbon's Zoo

Leão - Zoo de Lisboa/Lion - Lisbon's Zoo

Leão - Zoo de Lisboa/Lion - Lisbon's Zoo

Anúncios

Zoo de Lisboa/Lisbon’s Zoo (1)


Aves - Zoo de Lisboa/Birds - Lisbon's Zoo

Aves - Zoo de Lisboa/Birds - Lisbon's Zoo

Aves - Zoo de Lisboa/Birds - Lisbon's Zoo

Aves - Zoo de Lisboa/Birds - Lisbon's Zoo

Aves - Zoo de Lisboa/Birds - Lisbon's Zoo

Bisonte - Zoo de Lisboa/Bison - Lisbon's Zoo

Búfalo - Zoo de Lisboa/Buffalo - Lisbon's Zoo

Burro - Zoo de Lisboa/Donkey - Lisbon's Zoo

Cabra - Zoo de Lisboa/Goat - Lisbon's Zoo

Cabra - Zoo de Lisboa/Goat - Lisbon's Zoo

Canguru - Zoo de Lisboa/Kangaroo - Lisbon's Zoo

Canguru anão - Zoo de Lisboa/Kangaroo - Lisbon's Zoo

Capívara - Zoo de Lisboa/Capybara - Lisbon's Zoo

Cervídeos - Zoo de Lisboa/Deer - Lisbon's Zoo

Cervídeos - Zoo de Lisboa/Deer - Lisbon's Zoo

Cervídeos - Zoo de Lisboa/Deer - Lisbon's Zoo

Cervídeos - Zoo de Lisboa/Deer - Lisbon's Zoo

Martim Moniz – Heróis Populares Portugueses 8


Martim Moniz

Heróis Populares Portugueses 8

Praça Martim Moniz, Lisboa

Martim Moniz é, provavelmente, o exemplo perfeito da dificuldade que existe em separar a lenda da realidade no que concerne a muitas das figuras que fizeram a história mais remota de Portugal.

Segundo a lenda, Martim Moniz foi um nobre cavaleiro de elevado heroísmo que lutou ao lado de D. Afonso Henriques durante o cerco de Lisboa pelos mouros.

Ao aperceber-se que uma das portas do então Castelo dos Mouros (hoje Castelo de São Jorge) estava entreaberta, Martim Moniz atacou-a sozinho, sacrificando a vida ao atravessar o seu próprio corpo no vão da mesma, impedindo assim que se fechasse.

Este gesto permitiu-lhe ganhar algum tempo, o suficiente para que os seus companheiros chegassem ao Castelo e o pudessem conquistar. A porta em causa foi baptizada com o nome do nobre cavaleiro.

Em termos históricos, existem dois documentos contemporâneos da conquista de Lisboa aos mouros que relatam que relatam o acontecimento, as cartas saídas das mãos dos cruzados Osberno e Arnulfo. Contudo, nenhum dos relatos menciona um personagem como Martim Moniz. No século XIX, Alexandre Herculano considerou este episódio como lendário.

Controvérsias à parte, algumas pesquisas genealógicas levaram diversos autores a considerarem que a personagem de Martim Moniz seria filho de D. Mónio Osores de Cabreira e de Maria Nunes de Grijó e teria casado com Teresa Afonso. Segundo alguns genealogistas, esta seria uma filha bastarda de D. Afonso Henriques.

Outras correntes defendem que Martim Moniz seria filho de Moninho Viegas, senhor de algumas terras na região de Arouca, tendo vivido por volta de 1149 e casado com Ouroana Rodrigues.

Registe-se ainda uma terceira personagem com o nome de Martim Moniz, que seria irmão de Maria Moniz de Cabreira.

Por fim, outros autores referem a existência de documentos datados de 1258 que fazem já referência ao portão de Martim Moniz.

Junto à Porta de Martim Moniz, pode ler-se uma inscrição sobre a figura que lhe deu nome e ali foi colocada no século XVII (em 1646) por João Roiz de Vasconcelos e Sousa ,Conde de Castel Melhor:

“El-Rei Dom Afonso Henriques mandou aqui colocar esta estátua e cabeça de pedra em memória da gloriosa morte que Dom Martim Moniz progenitor da família dos Vasconcelos recebeu nesta porta quando atravessando-se nela franqueou aos seus a entrada com que se ganhou aos mouros esta cidade no ano de 1147.” (grafia actualizada)

Praça Martim Moniz, Lisboa


Heróis Populares Portugueses – Lista


Heróis Populares Portugueses


Aqui vai a lista com mais alguns dos Heróis Populares Portugueses que passarão por estas paragens…

Agradecem-se todas as contribuições feitas até agora, bem como as futuras. Estejam à-vontade!

Já publicados:
Zé do Telhado
Humberto Delgado
Catarina Eufémia
Os Doze de Inglaterra
Geraldo sem Pavor
Padeira de Aljubarrota
Salgueiro Maia
Carolina Beatriz Ângelo

“A Generosidade Infinita da Mãe Natureza”


“A Generosidade Infinita da Mãe Natureza”

A riqueza do nosso planeta é praticamente um milagre quando comparada com a ausência dela nos nossos irmãos de galáxia. Sobretudo se tivermos em conta que, na grande casa que é o universo, nós ocupamos apenas uma divisão.

A extraordinária variedade de formas de vida que povoam esta pequena assoalhada de todos nós é tal que dela pouco ou quase nada sabemos.

Mesmo tendo atingido o nível civilizacional que o Homem alcançou, com todos os seus prós, mas também com muitos contras, mesmo considerando o nosso desenvolvimento tecnológico, a Mãe Natureza tem ainda tanto para nos apresentar que não conseguimos sequer imaginar o que está para lá do nosso conhecimento. E esse facto é particularmente evidente no que respeita a nós próprios.

O Homem comporta-se como se estivesse inserido numa classificação científica que apenas se aplica a ele mesmo, considerando-se como uma criatura à parte de todas as outras. De facto, a Natureza abençoou-nos com dons difíceis de identificar em muitas das outras espécies, como a capacidade de criação artística e de engenho, mas permitiu-nos também sermos os únicos aptos para trabalhar para a própria extinção e connosco arrastar muitos dos restantes.

Ao contrário do que o Homem se tem tentado convencer ao longo da história, para a Natureza, nós não somos nem superiores, nem tão-pouco inferiores face às outras formas de vida: somos simplesmente iguais.

A nossa função no grande esquema da Natureza é a mesma que a de qualquer outro predador ou de qualquer outra presa, ou seja, caçar ou ser caçado e, infelizmente, a maior parte de nós só se consegue ver no papel do primeiro. A nossa capacidade de engenho facilitou-nos a vida no que concerne ao conforto e variedade de abrigo e à abundância de alimento, mas fez-nos perder uma competência vital para qualquer espécie: a da luta pela sobrevivência.

Muitas das espécies que habitam a casa de todos nós há mais tempo que o Homem mantêm as mesmas habilidades de sobrevivência que tinham quando deram os primeiros passos no planeta e, sem a nossa interferência perniciosa, continuariam a ser formas de vida bem sucedidas.

Já nós, e não obstante sermos claramente flexíveis perante a necessidade de adaptação, enfrentamos cada vez mais dificuldades quando confrontados com um modo de vida mais simples. Isto é, o nosso desenvolvimento parece ser inversamente proporcional às exigências da sobrevivência. Inventamos novas soluções para responder aos problemas sem nunca nos colocarmos a hipótese de, simplesmente, voltarmos ao que é mais básico.

Mesmo a nossa suposta inteligência superior parece ser incapaz de nos ajudar. A Natureza mostra-nos, por diversas vezes e, com frequência, de modo violento, que os destinos de todas as formas de vida do planeta azul estão, quase sempre, nas suas mãos, em jeito de aviso, mas nós recusamo-nos a entender a mensagem.

Da mesma forma, guardámos na gaveta mais escondida do nosso ser o dom com que fomos bem-fadados de apreciarmos o que de extraordinário a Mãe-Natureza, na sua infinita generosidade, tem para nos oferecer, de nos deleitarmos com a frescura do orvalho, com o cheiro de uma flor, com o canto de um pássaro, com o som do vento dançando por entre as árvores ou com as carícias que o mar nos faz quando o tocamos.

Se queremos provar que somos os mais inteligentes, temos que saber usar a inteligência que nos foi atribuída e não apenas em nosso benefício.