Um Dia no Zoo


 

Edição eletrónica já disponível

 

A decisão de fazer um livro de fotografia sobre os animais do Jardim de Zoológico de Lisboa foi tomada há muito tempo.

No entanto, por circunstâncias diversas, apenas agora pode ser concretizado.

O Zoo sempre foi um dos meus sítios preferidos em Lisboa, quase como se fosse um espaço de fuga, um bocadinho do paraíso no meio da confusão urbana.

Por outro lado, e dada a impossibilidade de observar e fotografar in loco as diferentes espécies, para além da televisão, esta era a única hipótese de ter algum contacto com os restantes animais do planeta.

Mas o Jardim Zoológico de Lisboa é muito mais que uma oportunidade de observar as espécies: é, sobretudo, um espaço de aprendizagem quer parta crianças, quer para adultos.

O trabalho que desenvolvem na preservação/conservação das espécies nem sempre recebe o reconhecimento que lhe é devido. Infelizmente, muitos são os que ainda não entenderam que, dentro de algum tempo – não tanto quanto imaginamos – os futuros adultos apenas poderão ver alguns animais no zoo e não no seu habitat. De resto, isso já acontece.

Essa é a maior motivação para homenagear com este livro, ainda que de forma singela, o esforço de todos os que ali trabalham.

As cerca de 90 imagens que o compõem, captadas entre 2008 e 2017, não representam na totalidade a mais de 300 espécies do Jardim Zoológico de Lisboa, mas são a minha contribuição para divulgar a tarefa gigantesca desta casa dos animais com mais de 130 anos.

Agradeço divulgação.

À venda em edição eletrónica através da Amazon em

A edição em papel ficará disponível em breve

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Lunokhod 2 lunar rover


Space Today

FEATURE: Lunokhod 2 lunar rover

Russian company declassifies 1973 report on Lunokhod-2 lunar rover

Space equipment manufacturer Russian Space Systems declassified on Tuesday a report on unmanned lunar rover Lunokhod-2 and its 1973 Moon landing mission.

The document describes all aspects of Luna-21 spacecraft and Lunokhod-2, lists all difficulties that the mission encountered and the solutions that were found. The remote control system was active on the surface of the Moon between January 16 and May 10, 1973, and most communications devices remained operational

In Moon Daily

http://www.moondaily.com/reports/Russian_Space_Firm_Declassifies_Report_on_1973_Moon_Landing_of_Lunokhod_2_Rover_999.html

Lunokhod 2 (Russian: Луноход-2, moon walker) was the second of two unmanned lunar rovers landed on the Moon by the Soviet Union as part of the Lunokhod programmers.

The Luna 21 spacecraft landed on the Moon and deployed the second Soviet lunar rover, Lunokhod 2, in January 1973. The primary objectives of the mission were to collect images of the lunar surface, examine ambient light levels to determine the feasibility of astronomical observations from the Moon, perform laser ranging experiments from Earth, observe…

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 “Penha de França Do Rio à Colina”


Penha de França - Do Rio à Colina Sandra Terenas Edições Fénix

Penha de França – Do Rio à Colina Sandra Terenas Edições Fénix Com o apoio da Junta de Freguesia da Penha de França

Disponível em diversas livrarias de Lisboa e online

 

A Freguesia da Penha de França, em Lisboa, celebra este ano o seu primeiro centenário.

A este propósito, gostaríamos de apresentar o livro “Penha de França Do Rio à Colina”, da autoria de Sandra Terenas e editado pelas Edições Fénix.

Esta obra tem como principal objetivo levar ao conhecimento dos cidadão o património cultural e a identidade própria esta Freguesia, conhecida por ser um dos melhores miradouros da cidade.

Contudo e considerando que a Penha de França é ainda pouco conhecida pelos lisboetas, as Edições Fénix desafiaram a autora, com uma longa ligação ao bairro, a escrever a história da Freguesia, contando com o apoio da Junta de Freguesia local.

O trabalho final sobre este território, que se estende desde o Tejo ao ponto mais alto de Lisboa e que constitui a fronteira entre o centro histórico e a zona oriental da capital, resultou num roteiro detalhado desta área destinado  quer aos que ali residem ou trabalham, quer aos que  a visitam.

Para mais informações 

http://edicoesfenix.wixsite.com/editora

“2077 – 10 segundos para o futuro”


“2077 – 10 segundos para o futuro”

Slide1

Quem viu ontem a RTP 1 a seguir ao Telejornal, teve oportunidade de assistir ao primeiro de uma série de documentários que acrescenta muito a qualquer cidadão. Visões diversas, mas curiosamente convergentes, sobre como será a sociedade no ano de 2077.

Ou seja, um momento que, apesar de parecer muito distante, será vivido pela vasta maioria daqueles que são hoje crianças e adolescentes, os que não só irão experienciar o futuro mas, sobretudo, construí-lo.

Mas mais que um documentário dedicado a um tema interessantíssimo, com uma produção excelente, desde a qualidade dos entrevistados (ver abaixo lista completa), entre os quais destaco  Manuel Sobrinho Simões,  diretor do IPATIMUP, da Universidade do Porto, e considerado o patologista mais influente do mundo – um português -, até à realização e à banda sonora, “2077 – 10 segundos para o futuro” é um trabalho português.  

Se mais provas fossem necessárias, esta série de docs mostra a qualidade nacional deste tipo nobre de produção televisiva que é ignorado demasiadas vezes tendo em conta a importância que tem. De facto, os documentários reúnem o que de melhor se pode ter em televisão: verdadeiros filmes em matéria de imagem, som e realização, entretenimento e saber/informação.

Afinal, para quem cresceu com os programas do National Geographic e da BBC e com heróis como David Frederick Attenborough, Jacques-Ives Cousteau ou Félix Rodríguez de la Fuente, os docs foram – e continuam a ser – o melhor professor que alguém pode ter na vida para aprender a própria vida.

E se repararem, à parte do National Geographic, uma instituição independente de base criada com o objetivo de divulgar a ciência, a vasta maioria destes trabalhos foram produzidos por televisões públicas. E mesmo atualmente, excetuando os canais por cabo, quem destaca a exibição de docs na sua programação continuam a ser as estações públicas.

Eu sei que muitos nem sequer tomam conhecimento da existência de uma televisão pública em Portugal por entendem que a programação é uma chatice ou uma merda, como alguns tão explicitamente a classificam.

Mas lamento dizer-vos que, se produção desta qualidade – que também é exibida em alguns canais privados, mas que vocês teimam em ignorar – é algo que vocês categorizam como uma merda, então não merecem outra coisa que não seja os programitas que não vos obrigam a pensar. Normal, afinal trata-se de uma capacidade que vocês não possuem.

Às terças à noite, depois do Telejornal, acontece serviço público: “2077 – 10 segundos para o futuro”.

http://media.rtp.pt/2077/artigos/trailer-2077/

Partimos do Futuro. O Futuro a 60 anos. Em cada episódio contamos com um testemunho imaginário em 2077 e com as opiniões de grandes futuristas e cientistas internacionais sobre as grandes inovações e desafios que a Humanidade tem pela frente.

Onde e como vamos estar daqui a 60 anos? As próximas décadas vão sofrer a maior e mais veloz transformação de sempre. Na tecnologia, na ciência, no ambiente, nas relações interpessoais. Vivemos numa espécie de grande acelerador de ciência, em que o ritmo das descobertas não pára de surpreender. Nas últimas décadas acumulou-se mais conhecimento científico do que em toda a história da Humanidade. Em 2077 esse conhecimento científico terá duplicado várias vezes.

Vale a pena dar um salto ao Presente e perguntar: de que forma os nossos atos de hoje vão ter consequências no futuro? As nossas escolhas mudam o mundo.

Com testemunhos de:

Michio Kaku, físico teórico, City College of New York (EUA); Nick Bostrom, Diretor Future of Humanity Institute, Oxford University (Suécia/UK); Paul Saffo, futurista, Singularity University e Stanford University (EUA); Gerd Leonhard, futurista, CEO The Futures Agency (Suíça); George Friedman, especialista internacional em geopolítica, Chairman Geopolitical Futures (Hungria/EUA); Rosi Braidotti, FundadoraCentre for the Humanities, Utrecht University (Austrália/Holanda); Dominique Wolton, Diretor National Centre for Scientific Research in France (França); Gilles Lipovetsky, filósofo, Université de Grenoble (França)​; Tahar Ben Jelloun, poeta e defensor direitos humanos (Marrocos/França); Prem Rawat, Embaixador da Paz (Índia/EUA); Chris-Llewellyn Smith, Diretor Energy Research, Oxford University (UK); Bernard Bigot, Diretor-Geral ITER, International Fusion Energy Organization (França); Ted Shepherd, cientista climático,University of Reading (Canadá/UK); Shenggen Fan, Diretor-Geral International Food Policy Research Institute (China/EUA); António Damásio, Diretor Brain and Creativity Institute, University of Southern California (Portugal/EUA); Manuela Veloso, Diretora Departamento Ciência de Computação, Carnegie Mellon University (Portugal/EUA); Craig Dawson, Líder IBM Watson Europe (Austrália/Suíça); Niklaus Waser, Diretor Watson IoT Center Munique (Alemanha); Elvira Fortunato, Diretora CENIMAT/I3N Universidade Nova de Lisboa (Portugal); Manuel Sobrinho Simões, patologista, Diretor IPATIMUP, Universidade do Porto (Portugal); Carlos Moedas, Comissário Europeu para a Investigação, Ciência e Inovação (Portugal/Bélgica); Pete Worden, Ex-Diretor NASA Ames Research Center, Ex-consultor DARPA, Chairman Breakthrough Prize Foundation (EUA); Leopold Summerer, Diretor Equipa de Conceitos Avançados – Agência Espacial Europeia (Áustria/Holanda); Brian Garret, Co-fundador 3D Hubs (Holanda);Brian Grim, Presidente Religious Freedom&Business (EUA); Yann Arthus-Bertrand, fotógrafo e realizador, Presidente Good Planet Foundation (França); David Basulto, arquiteto e fundador ArchDaily (Chile); Catarina Fernandes, astrofísica, Université de Liège (Portugal/Bélgica); Tiago Pitta e Cunha, CEO Fundação Oceano Azul (Portugal).