Na Califórnia como no Algarve


Na Califórnia como no Algarve

“Here’s What It’s Like To Be Inside a Wildfire

Fires like the ones in California spread far and fast. An expert’s best advice: evacuate when you’re told.

Another season of dry weather and high winds, another series of devastating fires. An expansive blaze in Northern California has now burned nearly 90,000 acres, according to local reports, and has destroyed more than 500 structures, leaving hundreds of people around Redding, California, hurrying to protect their homes, business, and communities.”

Aqui está o que é estar dentro de um incêndio florestal

Incêndios como os da Califórnia espalham-se por longas distâncias de forma rápida. O melhor conselho de um especialista: evacuar quando as autoridades lhe disserem para o fazer.

Outra temporada de clima seco e ventos fortes, outra série de incêndios devastadores. Um extenso incêndio no norte da Califórnia queimou cerca de 90.000 acres, de acordo com relatos locais, e destruiu mais de 500 estruturas, levando centenas de pessoas dos arredores de  Redding, na Califórnia, a correr para proteger suas casas, negócios e comunidades.

In National Geographic

https://www.nationalgeographic.com/environment/2018/07/news-wildfire-california-photography

 

Bolsas para EEA2018


50vagasENQUADRAMENTO

A Associação Portuguesa para o Estudo e Conservação de Elasmobrânquios (APECE), com a ajuda do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), terá a honra de organizar a conferência anual da European Elasmobranch Association (EEA). Nos dias 12, 13 e 14 de outubro reunir-se-ão em Peniche estudantes, cientistas, membros de ONGAs, representantes de empresas, comunicação social e administração pública, com o objectivo de divulgar e debater o que de melhor se faz no estudo e na conservação de peixes cartilagíneos.

OPORTUNIDADE

Por considerar este evento uma oportunidade única para jovens cientistas e, para fomentar o interesse dos estudantes Portugueses na conservação de elasmobrânquios, a APECE irá atribuir bolsas, no valor da inscrição no congresso. A Associação disponibilizará 50 bolsas, que serão atribuídas a sócios que sejam estudantes portugueses de licenciatura ou mestrado.

CONCORRER (Sócios)

Para concorrer, sócios estudantes interessados apenas necessitam de enviar…

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Earth Overshoot Day (PT/EN)


Dia da Sobrecarga da Terra

O Dia da Sobrecarga da Terra marca a data em que nós (toda a humanidade) usamos mais da natureza do que o nosso planeta consegue renovar-se ao longo de um ano inteiro.

Ou seja, atualmente estamos a usar o equivalente a 1.7 Terras.

Usamos mais recursos e serviços ecológicos do que a natureza pode regenerar, nomeadamente, através da sobrepesca, da exploração excessiva de florestas e da emissão de mais dióxido de carbono para a atmosfera do que os ecossistemas são capazes de absorver.

Space Today

FEATURE: Earth Overshoot Day  Dia da Sobrecarga da Terra

©RavenLight for SpaceTodayPT ©RavenLight for SpaceTodayPT

Earth Overshoot Day marks the date when we (all of humanity) have used more from nature than our planet can renew in the entire year.

We are using 1.7 Earths.
We use more ecological resources and services than nature can regenerate through overfishing, overharvesting forests, and emitting more carbon dioxide into the atmosphere than ecosystems can absorb.

Country Overshoot Days

A country’s overshoot day is the date on which Earth Overshoot Day would fall if all of humanity consumed like the people in this country.

Let’s take Switzerland, for example, using the latest data available (United Nations data from for 2014):

  • The Ecological Footprint in Switzerland is 4.85 gha per person
    • Global biocapacity is 1.71 gha per person.

Therefore, it would take (4.85/ 1.68) = 2.9 Earths if everyone lived like the Swiss, OR

we can determine Switzerland’s…

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Donald Thomas falou sobre o espaço


Space Today

FEATURE: Donald Thomas em Lisboa

                  Donald Thomas in Lisbon

Donald Thomas em Lisboa Donald Thomas in Lisbon ©Ciência Viva Donald Thomas em Lisboa Donald Thomas in Lisbon ©Ciência Viva

O astronauta norte-americano Donald Thomas esteve em Portugal pela primeira vez no passado sábado.

Numa palestra no auditório Mariano Gago, no Pavilhão do Conhecimento, o astronauta falou perante uma sala esgotada sobre as peculiaridades da vida no espaço.

Tal como Donald Thomas referiu, decidiu ser astronauta quando, aos seis anos viu o primeiro astronauta norte-americano, Alan Sheppard, chegar ao espaço .

Depois de uma carreira académica sem resultados dignos de nota, Donald Thomas percebeu que teria que apostar nos pequenos detalhes que o poderiam levar ao espaço. Contudo, e apesar da total dedicação, candidatou-se três vezes e, nas três vezes, foi recusado pela NASA.

À terceira vez decidiu que ía desistir, mas quando  acordou no dia seguinte continuava a querer ser astronauta.

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Astronauta norte-americano em Lisboa


Space Today

Donald Thomas ©ESERO/Portugal/Ciência Viva Donald Thomas ©ESERO/Portugal/Ciência Viva

FEATURE: Astronauta norte-americano em Lisboa (PT/EN)

SpaceTodayPT vai lá estar para vos contar tudo

O astronauta norte-americano Donald Thomas viaja até ao Pavilhão do Conhecimento este sábado, 28 de Julho, às 15.00, onde dará uma palestra sobre o tema “Overcoming Obstacles and Reaching for the Stars!”.

Perante uma plateia formada por crianças e adultos, o astronauta da NASA partilhará com o público as suas experiências nas missões espaciais em que participou.

Don Thomas é astronauta, cientista, orador profissional, professor e autor do livro “Orbit of Discovery”, no qual narra como foi a sua missão STS-70 a bordo da nave espacial Discovery.

Este “veterano” da NASA realizou ao longo da sua carreira profissional quatro voos, tendo passado 44 dias no Espaço e orbitado em torno da Terra cerca de 700 vezes. Actualmente, Don trabalha essencialmente como comunicador na área das ciências espaciais viajando por todo o mundo com o propósito de informar (e entusiasmar) o público sobre o futuro da…

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O tubarão-azul


Shark Week Uma marca ©Discovery Channel
Shark Week Uma marca ©Discovery Channel

O Discovery Channel celebra hoje 30 anos de Shark Week.

https://www.discoverychannel.com.pt/

Para comemorar, o CastelodaSandrix faz-lhe o retatro de um dos tubarões mais comuns em Portugal: o tubarão-azul.

Tubarão Azul ©RavenLight ©SharkWarrior
Tubarão Azul ©RavenLight ©SharkWarrior

Tubarão Azul – Tintureira

Prionace glauca (Linnaeus, 1758)

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Elasmobranchii

Ordem: Carcharhiniformes

Família: Carcharhinidae

Género: Prionace

Nome Comum: Tubarão-azul ou tintureira

Tubarão Azul Crédito: Nuno Sá

Tubarão Azul Crédito: Nuno Sá

Tubarão Azul

tubarão azul

Tubarão oceânico de grandes dimensões, facilmente identificável pela sua coloração azul característica.

Dimensões:  Pode atingir os 4 metros de comprimento, embora existam descrições de animais com comprimento superior a 4,5 metros.

Descrição geral: Possui corpo longo e esguio. Focinho grande e agudo, estreitando na zona final.  Diferenças notórias na morfologia dos dentes da mandíbula superior e inferior: dentes largos e triangulares ligeiramente curvados e serrilhados na mandíbula superior e estreitos e com extremidades agudas na mandíbula inferior. Os dentes não são visíveis quando o animal tem a boca fechada. Ausência de quilha dorsal. Inicío da primeira barbatana dorsal  posterior às extremidades das barbatanas peitorais, secção média mais próxima das barbatanas pélvicas. Segunda barbatana dorsal de dimensões muito inferiores à primeira, localizada perto da zona de intersecção anal. Barbatanas peitorais longas e de maiores dimensões do que a cabeça. Coloração dorsal azul intensa com ventre branco.

Distribuição:  Provavelmente um dos elasmobrânquios com distribuição global mais ampla. Está presente, em águas temperadas e tropicais, no oeste do oceano Atlântico ( desde Newfoundland até Argentina), centro e este do Atlântico desde a Noruega até África do Sul e Mar Mediterrâneo. Também ocorre na porção oeste do oceano Pacífico e Índico (África do sul e desde o sul do mar Arábico até à Indonésia, Japão, Austrália, Nova Caledônia e Nova Zelândia) , e zona centro e este do oceano Pacífico desde o Golfo do Alasca até ao Chile.

Habitat e biologia: Tubarão oceânico muito abundante, epipelágico podendo ser observado, ocasionalmente, perto da zona litoral costeira.  Pode atingir grandes profundidades, 600 metros de profundidade aproximadamente. No entanto, existem descrições na literatura de mergulhos a profundidades superiores.  Existem relatos de observações desta espécie a nadar perto da superfície, com as barbatanas dorsais fora de água. Esta espécie é conhecida pelas suas grandes incursões no oceano, efectuando grandes migrações: para norte no início do Verão e no sentido contrário no Inverno no oceano Pacífico. No oceano Atlântico e através dos resultados de vários programas de marcação e captura-recaptura, este tubarão demonstra uma tendencial rota de migração regular de acordo com as correntes que atravessam o Atlântico, sendo conhecidos casos de grandes percursos trasatlânticos.

Este tubarão exibe um comportamento gregário em relação ao sexo e idade sendo raramente observado em grandes grupos, excepto em alturas de reprodução.  É uma espécie vívipara com grande número de juvenis por ninhada ( 4 até 135 juvenis), podendo variar de acordo com as dimensões da fêmea. O período de gestação é de cerca de 9 a 12 meses.

A dieta deste tubarão é constituída, principalmente, por cefalópodes e teleósteos. Esta espécie exibe um comportamento oportunista podendo predar ocasionalmente mamíferos, aves e mesmo outros tubarões ou objectos que se encontrem a flutuar na coluna de água e lhe despertem o interesse. Já foram descritos restos de golfinhos, baleias e até focas no seu conteúdo estomacal.

É uma espécie considerada perigosa e de natureza curiosa, sendo frequentes os testemunhos de mergulhadores e pescadores sobre as suas incurções às redes e linhas de pesca para remoção do peixe, como é o caso da pesca do espadarte com linha longa de superfície. Por este facto é frequente encontrar estes animais presos em aparelhos de pesca (“bycatch”) dirigidos a outras espécies.

Interesse económico: É umas das espécies de tubarão mais comercializadas na zona do Atlântico, especialmente para o mercado das barbatanas de tubarão e produtos derivados. É também considerado na pesca desportiva devido à sua natureza e dimensões.

Estatuto de conservação: Segundo a lista vermelha de espécies ameaçadas, lançada pela União Internacional para a Conservação da Natureza ( IUCN), está listado com um estatuto de pequeno risco embora a avaliação para a população do mar Mediterrâneo o considere já uma espécie vulnerável.

tubarão azul anatomia

O tubarão-azul (Prionace glauca), também conhecido como tintureira, é uma espécie tipicamente oceânica que pertence à família Carcharhinidae. Esta espécie pode ser encontrada em águas temperadas e tropicais um pouco por todo o mundo, sendo uma das espécies mais abundantes no Oceano Atlântico, presente também na costa Portuguesa e mar Mediterrâneo. 

Este tubarão pode ser facilmente identificado pela sua coloração azul característica e pelo seu corpo alongado e esguio, chegando a atingir cerca de 4 metros de comprimento. É conhecido pela sua grande capacidade de adaptação e movimentação, fazendo grandes migrações e atingindo normalmente profundidades de cerca de 350 metros, embora já alguns investigadores tenham descrito mergulhos até aos 650 metros de profundidade. 

O tubarão-azul alimenta-se habitualmente de cefalópodes e peixes, embora em alguns estudos tenham sido encontrados mamíferos marinhos no seu conteúdo estomacal, facto este que reforça a ideia do comportamento oportunista desta espécie.

No oceano Atlântico, e um pouco por todo o mundo, o esforço de pesca tem vindo a aumentar e os seus efeitos adversos têm-se feito notar ao longo dos anos em muitas espécies marinhas. A maioria dos tubarões é particularmente vulnerável à sobre exploração devido às suas características biológicas e ritmos reprodutivos baixos, o que lhes confere pouca capacidade de resposta ao excesso de pesca. 

O tubarão-azul, embora muito abundante, é uma das espécies de tubarão mais comercializadas, especialmente as suas barbatanas. E segundo relatórios da FAO, é também uma das espécies mais frequentemente capturadas como “bycatch” tanto na pesca de atum como de espadarte, camarão e lulas. O “bycatch” ao provocar o aumento desnecessário da mortalidade de espécies com estas características, afecta a biodiversidade existente nos nossos oceanos, removendo grandes predadores e presas até níveis considerados insustentáveis. 

De acordo com a lista vermelha de espécies ameaçadas da IUCN, publicada em 2008, o tubarão azul possuí um estatuto de conservação considerado de pequeno risco embora a população do Mediterrâneo esteja listada entre as espécies vulneráveis alertando para necessidade do estabelecimento de planos de monitorização e conservação para a manutenção dos seus efectivos populacionais. Em Portugal e à semelhança de muitos outros países, não existe nenhum tipo de regulamentação na pesca desta espécie, sendo também necessários estudos mais completos sobre a sua ecologia e comportamento.

In Naturdata

http://naturdata.com/index.php?option=com_content&view=article&id=46:o-tubarao-azul&catid=35:carcarriniformes&Itemid=46

Associação Portuguesa para o Estudo e Conservação de Elasmobrânquios

APECE
APECE

Missão

“Cerca de 400 espécies de tubarão e 750 espécies de raias totalizam as mais de mil espécies de elasmobrânquios conhecidas hoje em dia. Estes animais são caracterizados por possuir vidas longas, corpos cartilagíneos, cinco a sete fendas branquiais e não apresentam bexiga-natatória. Os primeiros elasmobrânquios surgiram há mais de 400 milhões de anos atrás, mas os números destes animais estão hoje a diminuir a um ritmo alarmante. Em 2014, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) declarou que um quarto dos tubarões e das raias existentes no Mundo se encontram sob ameaça de extinção, com 25 dessas espécies estando já em vias de extinção. O declínio destes animais é bastante preocupante uma vez que desempenham um papel fundamental na manutenção da saúde dos ecossistemas marinhos, com muitos deles sendo predadores no topo das respetivas cadeias alimentares.

As três principais ameaças enfrentadas por tubarões e raias são 1) a sobrepesca, 2) a poluição derivada de atividades humanas e 3) a falta de conhecimento e empatia por parte da sociedade. Para combater estas ameaças e cumprir os objectivos que estiveram na origem da sua fundação, a A.P.E.C.E. tem vindo a desenvolver esforços nas seguintes áreas:

Lobbying pela implementação de políticas de pesca sustentáveis

Apoio a projectos científicos que promovam a compreensão dos efeitos que a poluição tem em tubarões e raias

Implementação de programas e actividades que promovam a educação e sensibilização do público”

In Associação Portuguesa para o Estudo e Conservação de Elasmobrânquios

https://apece.wordpress.com/