Wormhole in the Earth: Reflected Starlight Dazzles in Portuguese Mine


Space Today

FEATURE:  Wormhole in the Earth: Reflected Starlight Dazzles in Portuguese Mine

http://www.miguelclaro.com/wp/

Official Astrophotopgrapher of Alqueva Dark Sky Reserve, in Alentejo, Portugal. The first site in the world certified as “Starlight Tourism Destination” by UNESCO and UNWTO.

European Southern Observatory photo ambassador

https://www.eso.org/public/outreach/partnerships/photo-ambassadors/

http://darkskyalqueva.com/

Miguel Claro is a Lisbon, Portugal-based professional photographer, author and science communicator who creates spectacular images of the night sky. As a European Southern Observatory photo ambassador, a member of the international astrophotography project The World At Night and the official astrophotographer of the Dark Sky Alqueva Reserve, he specializes in astronomical “skyscapes” that connect Earth and the night sky. Join him here as he takes us through his photograph “Mina de São Domingos, an Open Hole to a Chemical Universe.”

In this stunning view of the São Domingos mine in southeast Portugal, starlight reflecting off an open pit looks like a portal to deep space. It seems like we could…

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Os 100 anos da Penha de França


Os 100 anos da Penha de França

decreto PF copy

A Freguesia da Penha de França, em Lisboa, celebra na próxima sexta feira o seu centenário.

Criada pelo Decreto n.º 4112, publicado no Diário do Governo n.º 83/1918, Série I de 1918-04-20, emanado do Ministério do Interior – Direcção Geral de Administração Política e Civil e assinado por Sidónio Pais, ficava à data situada no no 1.º bairro de Lisboa e apresentava uma definição territorial diferente da atual.

A criação da freguesia foi concretizada com a cedência de áreas das freguesias do Beato, Santa Engrácia e São Jorge de Arroios. Já no século XXI, com a reforma administrativa, a Penha de França reuniu-se com a extinta freguesia de São João e com parte do território da também extinta freguesia do Alto do Pina, assumindo assim o seu território atual.

A Penha de França, antiga zona de veraneio dos senhores do reino, ocupa a segunda colina mais alta de Lisboa, situando-se a 110 m de altitude.

No entanto, esta zona de vistas panorâmicas sobre a cidade, de mescla social e cultural, de intensa atividade comercial e de património histórico diversificado, é das menos conhecidas da capital.

Como Freguesia, a Penha de França nasce a 13 de abril de 1918 mas as primeiras referências históricas desta área reportam-se ao período da ocupação árabe da Península Ibérica, tendo mesmo assumido uma importância estratégica para a cidade.”

In “Penha de França Do Rio à Colina”, Sandra Terenas

Edições Fénix

Com o apoio da Junta de Freguesia da Penha de França

Penha de França do Rio à Colina”, procura levar ao conhecimento dos cidadão o património cultural e a identidade própria da Freguesia da Penha de França. É este território, que inclui o Tejo e o ponto mais alto de Lisboa, o Miradouro da Penha de França, que constitui a fronteira entre o centro histórico e a zona oriental da capital.

À venda em todas as livrarias e online

“As Minhas Estórias do Meu Bairro”

https://www.academia.edu/36107737/As_minhas_est%C3%B3rias_do_meu_bairro

A batalha de La Lys e o Soldado Milhões


A batalha de La Lys e o Soldado Milhões

No dia 9 de Abril de 1918, durante a Primeira Guerra Mundial, os militares portugueses do Corpo Expedicionário Português (CEP) enfrentaram uma ofensiva alemã no que ficou conhecido como a Batalha de La Lys. Pela desproporção entre as tropas (os alemães eram em número superior), circunstâncias (os homens do CEP iam ser rendidos em breve) e consequências (milhares de mortos, feridos e prisioneiros de guerra), a Batalha de La Lys foi um dos momentos mais dramáticos da nossa história recente. Dois anos depois, seguindo o exemplo de vários países de homenagear os soldados cujos corpos nunca foi possível identificar, chegaram a Portugal dois corpos de soldados desconhecidos: um de França (Flandres) e outro de África (Moçambique), as duas zonas onde Portugal teve soldados durante o conflito. Numa cerimónia repleta de simbolismo e dramatismo, os corpos chegaram a Lisboa a 9 de abril de 1921, seguindo em cortejo até ao Mosteiro da Batalha, onde permanecem desde então. Na imagem (Arquivo Municipal de Lisboa), o Presidente António José de Almeida, acompanhado pelo bispo de Leiria, pelo marechal Joffre (comandante das tropas francesas durante a guerra) e pelo general Horace Smith-Dorrien (comandante das tropas britânicas), entre outras individualidades, no claustro do Mosteiro da Batalha, à chegada dos corpos dos soldados desconhecidos. A Batalha de La Lys conserva ainda hoje uma carga mítica comparável à da Batalha de Aljubarrota.

In Museu da Presidência da República

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1213665061984870&substory_index=0&id=109274725757248

Publicado originalmente a 9 de abril de 2016

https://wordpress.com/post/castelodasandrix.wordpress.com/5222

Ensina RTP – Batalha de La Lys – documentário

http://ensina.rtp.pt/artigo/batalha-de-la-lys-documentario/

Linha da Frente (XX)

La Lys, Batalha Centenária | 05 Abr, 2018 | Episódio 12

Em 9 de Abril de 1918, a tropa portuguesa que guarnece um sector de 11 Km da frente é composta por soldados vindos de um país atrasado, analfabetos na sua maioria, e desmoralizados por diversos motivos: o frio, a fome, a lama, os piolhos, as rações intragáveis, o calçado que apodrece, as fardas que se encharcam.
A tudo isto foram-se juntando os tempos intermináveis de permanência nas primeiras linhas, a rotação de tropas que não se faz, as licenças que só os oficiais podem gozar. Em 4 e 5 de abril dá-se o maior de vários motins que agitaram o Corpo Expedicionário Português (CEP) antes da batalha. A autoridade do comandante do CEP, general Tamagnini, só é restabelecida mediante a ameaça de utilizar artilharia pesada contra soldados do seu próprio exército.
Na noite de 8 para 9 de abril, cai sobre esta tropa o peso de uma das maiores máquinas de guerra do mundo. Em poucas horas, as posições portuguesas são varridas. Os episódios de resistência são raros e de contornos duvidosos – como o do “Soldado Milhões”. Cerca de quatro centenas de soldados são mortos e muitos mais, cerca de 6.500, caem prisioneiros. Nos campos de internamento, irão passar fome e frio, mas não mais do que os seus captores. A desumanidade no tratamento dos prisioneiros não atingiu ainda os extremos que virão duas décadas mais tarde.
“La Lys, Batalha Centenária” é uma grande reportagem do jornalista António Louçã, com imagem de Paulo Lourenço e edição de Paulo Nunes.
O “Linha da Frente” é um dos espaços mais premiados e mais vistos da televisão portuguesa. Com coordenação da jornalista Mafalda Gameiro, todas as semanas retrata uma realidade diferente, com a ambição de mostrar e contar mais histórias do mundo sem esquecer o seu foco português.

https://www.rtp.pt/play/p4231/e339848/linha-da-frente

Soldado Milhões

Aníbal Augusto Milhais, o Soldado Milhões, nasceu a 9 de Julho de 1895 tendo sido o soldado português mais condecorado da I Guerra Mundial. De igual forma, foi o único militar português premiado com a mais alta honraria nacional, a Ordem de Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito (Ordem Militar da Torre e da Espada, Lealdade de Valor e Mérito) no campo de batalha em lugar da habitual cerimónia pública em Lisboa.

Nascido em Valongo de Milhais (anteriormente apenas designada Valongo, assumiu também o nome Milhais em 1924 em homenagem ao soldado Milhões), em Murça, Aníbal Milhais era trabalhador agrícola quando assentou praça no Regimento de Infantaria nº 19, em Chaves, trabalho ao qual regressou depois de desmobilizado após a participação portuguesa na I Guerra Mundial.

O soldado Milhões ganhou notoriedade quando, durante a Batalha de La Lys (Abril de 1918), ao encontrar-se sozinho na sua trincheira, apenas munido de uma metralhadora Lewis, conhecida entre os militares portugueses como Luísa, fez frente às colunas alemãs que se atravessaram no seu caminho.

A sua atitude permitiu a retirada de vários soldados portugueses e ingleses para as posições defensivas da retaguarda. Enquanto caminhava pelas trincheiras e pelos campos, algumas vezes ocupados pelos alemães, o Soldado Milhões continuou a fazer fogo esporádico, recorrendo a cunhetes de balas que foi encontrando. Quatro dias depois do início da batalha salvou um médico escocês de morrer afogado num pântano. Agradecido por ser salvo, o médico escocês contou ao exército aliado os feitos do soldado português.

Já regressado a um acampamento português, foi saudado pelo comandante da sua Unidade que proclamou que o militar transmontano ficaria para a História de Portugal: “Tu és Milhais, mas vales Milhões!”.

Morreu a 3 de Junho de 1970, na sua terra natal.

Publicado originalmente a 11 de janeiro de 2012

https://wordpress.com/post/castelodasandrix.wordpress.com/3289

“Soldado Milhões”

Um filme de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa

http://www.imdb.com/title/tt7170698/

 

FEDOR THE ROBOT


FEDOR, o robô

Space Today

FEATURE: FEDOR THE ROBOT 

FEDOR or Feodor (Фёдор in Russian) (an acronym of “final experimental demonstration object research”) is the name of a Russian humanoid  originally developed for rescue missions. It has been reported that the FEDOR is designed to make “colonies” on the moon and is being prepared for a solo space mission in 2021.

FEDOR THE ROBOT PASSES HIS FINAL EXAMS

Developed for navigating extreme situations, Fedor has passed his final obstacle course exam.

FEDOR (Final Experimental Demonstration Object Research), a robot buddy for Russian cosmonauts, has been undergoing final obstacle course testing at the Android Technics laboratory for humanoid machines in Magnitogorsk.

It’s unclear, whether FEDOR will be able to colonize the moon, but for now the latest prototype is capable of the following: crawling on its belly and on all fours, standing up after falling down, driving UAZ vehicles, navigating building interiors, including uneven stairs, and operating household appliances, power tools, and…

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Aos sportinguistas da minha vida


Aos sportinguistas da minha vida.

Como todos sabem, sou benfiquista e tenho todo o orgulho deste mundo e dos outros em dizê-lo em alto e bom som.

Trata-se do sentimento mais irracional de todos e, como tal, ultrapassa qualquer explicação.

E sempre achei que o mesmo se passava com os restantes clubes, em particular, no que respeita ao Sporting.

Como tal, choca-me a ideia de um clube com os pergaminhos do Sporting ser liderado por alguém como Bruno de Carvalho.

As atitudes do presidente leonino tinham, até aqui, a sua graça. Pelo menos, arrancava-me algumas gargalhas sonoras. Afinal, todos os circos têm o seu palhaço.

No entanto, as mais recentes declarações de Bruno de Carvalho, em praça pública – porque o Facebook é a praça pública, quer queiram quer não – a propósito do comportamento da equipa frente ao jogo com o Atlético de Madrid até para mim são a gota que fez transbordar o copo.

O Bruno de Carvalho tem todo o direito – direito sim, legitimidade não – de criticar a sua equipa mas no meio próprio, no balneário, cara a cara, como fazem os homens que realmente o são.

Uma instituição como o Sporting não merece isto. Não merece ter por presidente alguém que não é verdadeiramente sportinguista e se esconde atrás das redes sociais porque não é homem suficiente para viver na vida real.

Sinto falta do verdadeiro Sporting, daquele cujo futebol- e outras modalidades – geravam entusiasmo e vontade aos adversários de o enfrentar.

Este presidente tornou o clube de Alvalade no pugilista que já está no chão e eu sei que, pelo menos no que ao Benfica diz respeito, não batemos em quem já está derrotado. Não é honroso e não dá gozo nenhum.

Por isso,sportinguistas da minha vida, corram com o vosso presidente o mais depressa que puderem.

A bem vosso clube e do meu, que gosta de ter adversários à altura porque é assim é que as vitórias sabem a vitória.

SLB sempre!