e

Esta sociedade do politicamente correto é mais nojenta que as baratas, embora igualmente rastejante. O que não é surpreendente, se tivermos em conta que nem os humanos nem as baratas têm qualquer importância biológica para o planeta. Até um limpa-fundos é mais determinante para o funcionamento da Terra do que nós e as carochas. 

Tristemente, somos uma praga com a mesma capacidade ilimitada de reprodução dos insectos que adoram alimentar-se dos nossos cabelos e pedaços de pele e que fazem das nossas canalizações de água quente verdadeiros condomínios. 

E, sim, podem vir todos com as pseudo teorias que o homem é bom, generoso e todas as restantes balelas que os advogados do diabo adoram dizer em defesa da espécie, espécie essa que nada mais é do que um animal como todos os outros.  

Podem chamar-me o que quiserem porque eu, ao contrário dos sem tomates do politicamente correto, defendo a liberdade de expressão. Mesmo que não concorde com as suas opiniões. 

Vem isto a propósito de quê, perguntam vocês? Pelo menos, os dois que têm interesse em ler, por os outros 450 estão mais preocupados a novela, com o futebol ou em indignarem-se porque se matou um gorila em defesa de um bebé. 

A propósito da violência nos Estados Unidos. 491 pessoas mortas pela polícia norte-americana em 2016. A maioria? Brancos e hispânicos. 

E por aqui me fico hoje, porque eu preciso, claramente, e muito mais do que muitas vitimas da fome que por aí se choram de barriga cheia, de me afastar da estupidez humana. Nem que seja em sonhos. 

(Mais em https://castelodasandrix.wordpress.com durante o fim-de-semana) 

I want it all 


Vamos lá parar com este espírito de que já foi muito bom chegar à final. Bom é, claro, mas não chega. Quero tudo. 

Ninguém gosta de perder nem a feijões. Se perdermos, faz parte do futebol, tal como da vida. 

Mas esta é uma hipótese que só coloco na mesa depois do jogo acabar. 

Por isso, vamos lá ganhar isto. 

Não porque me quero vingar dos franceses, embora a ideia me agrade. 

Não porque é preciso provar alguma coisa. Eu provas deixa-as na escola e agora só me dedico à provar petiscos. 

Não. Vamos ganhar esta merda porque temos capacidade para isso. 

Quanto aos velhos do Restelo, velhos são os trapos e eu nem sequer gosto daquela zona de Lisboa. 

I want it all! 

I want it all – Queen 

Lisboa Air Race, Ases pelos Ares


Lisboa  Air Race

Ases pelos Ares

Lisboa recebeu este fim de semana, no Parque das Nações, o ARC – Air Race Campionship,  um evento que combina corrida e acrobacia aérea e ao qual se aliou a Força Aérea Portuguesa, que celebra este ano 64 anos.

As acrobacias aéreas não são desconhecidas dos portugueses – quem não se lembra dos Asas de Portugal? – mas o conceito de corrida de aviões, um pouco à semelhança do que sucede com o desporto automóvel, começa agora a ganhar asas.

Nesta edição – o ano passado contou com uma corrida em Cascais, embora ainda sem o estatuto global da de 2016 – estiveram em competição 8 aviões.

As 8 aeronaves percorrem em simultâneo,  a mais de 350 km/h. um circuito de formato oval, demarcado por 6 pylons insufláveis colocados sobre a água.

A prova contou com mais de 24 pilotos de 9 países que representaram as 3 categorias que estiveram em competição ( Sport, Vintage e Extreme) ao longo destes 2 dias.

No entanto, o evento não se limitou à prova oficial, a primeira da época.  De fato, o Lisboa Internacional Airshow contou com a presença da Força Aérea Portuguesa,  que comemora o Centenário da Aviação Militar e o seu 64° aniversário.  Os militares demonstraram algumas das capacidades das suas aeronaves, através da largada de paraquedistas e de botes, diferentes formações e ainda com uma exibição dos cadetes. Apesar destas demonstrações terem conquistado o muito público presente no Parque das Nações, será justo dizer que o momento alto do Lisboa Internacional Airshow foi protagonizado pelo convidado F16 da Força Aérea belga.  A exibição deste caça permitiu ao público perceber como é feita a aproximação a alvos reais, bem como algumas habilidades possíveis graças à velocidade e à manobrabilidade destas aeronaves.

Uma nota menos positiva para o vento, que prejudicou algumas das exibições extra competição, tal como o desempenho dos aviões em prova, em particular, nas qualificações do primeiro dia.

Classes em competição

Classe Extreme

Ágeis e velozes, estas aeronaves suportam cargas até ± 10G.

Classe Vintage

Estas aeronaves de treino de origem soviética voaram pela primeira vez em 1976. O yak-52 tem um potente motor radial Vedeneyev M14P de 360/400 hp e 9 cilindros. O destaque vai para a manobralidade e som.

Classe Sport

Popular, rápido e de capacidade acrobática total. Esta nova classe é  composta pelas aeronaves experimentais Van.

Mais informações e resultados das provas em:

http://www.airrace.pro/index.php/pt/
Mais imagens  em:

https://www.instagram.com/p/BHZyYggjpyb/

Tons of Rock 2016 – Thursday with Black Sabbath, Rival Sons and more


Artist Pictures Blog

Black Sabbath © Per Ole HagenThe third Tons of Rock festival was arranged this weekend at Fredriksen Festning in Halden, Norway. The two preceding festival have both been successful, and with great artists, but this year they topped it with artists like Black Sabbath, Alice Cooper, Megadeath, Behemoth,  Ghost and Sixx:AM. Thursday night had Black Sabbath as headliner. (Photo above: Ozzy Osbourne from Black Sabbath)

View original post mais 140 palavras