Festival Internacional da Máscara Ibérica 2011 (1)


Altsasuko Inam Teirao_Euskal Herria_País Basco

Altsasuko Inam Teirao_Euskal Herria_País Basco

Boes e Merdules_Ottana_Sardenha

Boes e Merdules_Ottana_Sardenha

Boes e Merdules_Ottana_Sardenha

Caretos da Lagoa_ Mira_Portugal

Caretos da Lagoa_ Mira_Portugal

Caretos da Lagoa_ Mira_Portugal

Caretos de Varge_Bragança_Portugal

Caretos de Varge_Bragança_Portugal

Caretos de Varge_Bragança_Portugal

Caretos de Varge_Bragança_Portugal

Caretos de Varge_Bragança_Portugal

El Pajarico y El Caballico de Villarino Tras la Sierra_Zamora

Entrudo Tradicional de Góis_Coimbra_Portugal

Entrudo Tradicional de Góis_Coimbra_Portugal

Entrudo Tradicional de Góis_Coimbra_Portugal

La Filandorra de Ferreras de Arribas_Zamora

La Obisparra de Pabladura de Aliste_Zamora

La Obisparra de Pabladura de Aliste_Zamora

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Beltane – 1 de Maio/Beltane – May 1st


Beltane – 1 de Maio

Beltane


Esta celebração, também conhecida como Dia da Cruz, Rudemas e Walpurgisnacht, tem origem num festival Druida de celebração do Fogo, homenageando a união da Deusa ao seu consorte, o Deus. Deste modo, é também associado à fertilidade, uma expressão que cujo significado não se restringe à reprodução animal, mas também ao desejo de maior produção agrícola. Trata-se de dos poucos festivais pagãos que sobreviveu, em grande parte, na sua forma original, até aos dias de hoje.

O Festival de Beltane celebra igualmente o regresso do Sol, marcando a “morte” do Inverno e o “nascimento” da Primavera, dando início à fase de plantio. De acordo com a tradição, o Beltane inicia-se com o acender das fogueiras ao nascer da Lua da véspera do primeiro dia de Maio. Esta fogueiras servirão para iluminar o caminho para o Verão

De igual forma, são realizados diversos banquetes, jogos, sessões de leitura de poesia e de canto como forma de homenagem à Natureza. Uma das tradições mais conhecidas destes festival é a dança em torno do Mastro, feita no sentido da direita em relação à luz. Ao longo desta dança são entrelaçadas no mastro diversas fitas coloridas que simbolizam a união do masculino com o feminino. Às primeiras horas da manhã o orvalho é recolhido destinando-se à feitura de poções para obter boa sorte.

A palavra Beltane tem origem no nome do Deus céltico Bel (o senhor da vida, da morte e do mundo dos espíritos) e em Tane, uma expressão céltica que significa fogo.

Tradições em Portugal

Segundo Leite de Vasconcelos, era costume em Portugal celebrarem-se as Maias, a denominação mais antiga para esta festa, de cariz popular que chegou a ser proibida por uma postura da Câmara de Lisboa, datada de 1385.

A tradição das Maias tinha então a função de celebrar a Primavera e o novo ano agrícola, servindo igualmente para manter afastados da casa os maus-olhados e as bruxas.

A Norte do País sobrevivem ainda algumas tradições ligadas a este festival, como é o caso da colocação de ramalhetes de giestas amarelas (também conhecidas por maias por florirem em Maio) nas portas ou janelas das habitações no Minho, Douro e Beira Alta. No caso do Alto Minho, são também enfeitados dos carros de bois, bem como diversos outros veículos

A explicação popular para este ritual assenta na tradição cristã e diz que quando a Virgem partiu para o Egipto, deixou pelo caminho ramos de giesta para não se perder no regresso. Noutra versão, diz-se que aquando do nascimento de Jesus Cristo, os judeus procuraram-no para o matarem e marcaram uma das casas com um ramo de giesta, certos que era nela que ele se encontrava. Rapidamente todas as habitações apareceram enfeitadas com a flor, o que permitiu manter a criança a salvo.

Em certas localidades, os rapazes que estão para casar colocam por baixo das portas das casas das moças “sérias” uma “maia de rosas”.

Depois da expansão do cristianismo, este ritual passou a estar associado à Festa da Santa Cruz e ao Corpo de Deus.

Beltane – May 1st

Beltane


This celebration, also known as Day of the Cross, Rudemas or Walpurgisnacht, comes from a Druid festival of celebration of fire, honoring the Goddess marriage to her consort, the God. Thus, it is also associated with fertility, an expression whose meaning is not restricted to animal breeding, but also the desire for increased agricultural production. It is one of the few pagan festivals that survived until today largely in its original form.

The Beltane Festival also celebrates the return of the Sun, marking the “death” of Winter and the “birth” of Spring, ushering in the planting phase. According to the tradition, Beltane begins with the lighting of bonfires at moonrise on the eve of the first day of May. This  bonfires will light the way for Summer to arrive.

Several banquets, games, poetry reading sessions and singing are held as a form of homage to Nature. One of the most known traditions of the festival is dancing around the pole, made ​​towards the right in relation to light. Throughout this dance several  colored ribbons  are intertwined in the mast  symbolizing the union of masculine and feminine. In the early hours of the morning dew is collected to make good luck potions.

The word Beltane comes from the name of the Celtic God Bel (the lord of life, death and the spirit world) and Tane, a Celtic term meaning fire.

Traditions in Portugal

According to the author Leite de Vasconcelos it was usual to celebrate a festival called the Maias, and old designation for this ritual, feast of popular character that came to be prohibited by a posture of Lisbon City Council, dated from 1385.

Back then, the tradition of the Maias  had the function to celebrate Spring and the new agricultural season ,but also to keep the evil eye and witches away from the households..

Up North, in the Minho, Douro and Beira regions some some traditions connected with this festival still survive, such as placing bouquets of yellow brooms (also known by the Maia because they bloom in May) on the doors or windows. In  the AltoMinho, populations also decorated ox-carts and various other vehicles.

A popular explanation for this ritual is based on christian tradition and says that when the Virgin left for Egypt, she left  branches of broom along the the road  so she wouldn´t be lost on her way back home. In another version, it says that on the birth of Jesus Christ, the Jews sought him to kill him and marked one of the houses  with a sprig of broom,  certain that he was hidding there. Soon all houses were adorned with the same flowers, which allowed to keep the child safe.

In certain villages, the young guys who aren´t married put Maia roses under the “honest” girls doors.

After the expansion of Christianity, this ritual has become associated with the Feast of the Holy Cross and Corpus Christi.

Vamos fazer um exercício de imaginação – à procura de emprego


Vamos fazer um exercício que, parecendo ser de imaginação, não o é.

Vocês respondem a um anúncio de emprego que, aparentemente, é apenas mais uma oportunidade de trabalho: pedem-se colaboradores (ou técnicos) para o departamento de marketing, com conhecimentos de trabalho administrativo.

Nuns casos, trata-se de uma empresa em franca expansão a nível nacional, noutros de uma representante de uma multinacional. Em qualquer uma das situações, não é referido o nome do empregador.

Quanto vencimento, refere-se que é acima da média ou que ronda os 800 euros.

Vocês respondem e, provavelmente, ainda no mesmo dia, o empregador contacta-vos para marcar uma entrevista.

No dia e à hora marcada, vocês comparecem, num escritório como qualquer outro ou numa loja integrada num complexo residencial, onde já estão mais seis ou sete pessoas com entrevista agendada para a mesma hora que a vossa. A recepcionista/secretária (em regra, a única colaboradora da empresa que se consegue ver a olho nu) entrega-vos uma ficha para preencherem os dados pessoais e profissionais, bem como uma descrição da vossa personalidade em duas palavras.

Vocês entregam a ficha devidamente preenchida e esperam, pois a entrevista não será à hora marcada, mas sim por ordem de chegada.

Por fim, com pelo menos meia hora de atraso em relação ao combinado, um dos responsáveis da empresa chama-vos para a entrevista e, seja qual for a empresa, faz-vos as mesmas perguntas: começa por perguntar onde moram, dizem conhecer vagamente a zona, procuram saber o que mais vos atraiu no anúncio, explicam vagamente a área de actuação da empresa (algumas abrangem desde as telecomunicações até às energias renováveis e outras ficam-se apenas por um sector de actividade) e dizem-vos que se forem seleccionados serão contactados ainda no próprio dia para irem passar um dia no local de trabalho.

Por saber ficam questões de menor importância: se existe contrato, que tipo de contrato, que funções efectivamente vão exercer e em que condições e qual a remuneração.

Podem ter a certeza que, mesmo que vocês sejam o pior entrevistado da história do mercado de trabalho, vão ser contactados para passar um dia na empresa (em horário completo) para verem como ela funciona. O contacto telefónico começa, em regra, com algo que se assemelha vagamente a um anúncio de um concurso para ganhar um automóvel: parabéns, você foi seleccionado para vir passar um dia connosco.

E quando vocês dizem que não estão interessados, a decepção da recepcionista/secretária é notória mesmo ao telefone, como se ela vos estivesse a dizer que Deus em pessoa vos tinha convidado para resolver os problemas do mundo com um piscar de olhos e vocês recusassem a oportunidade.

Agora imaginem: estas empresas recebem dezenas de CV’s em resposta a estes anúncios. Se dessas dezenas, 15 pessoas aceitarem “passar o dia” a conhecer o funcionamento da empresa, são 15 de trabalho (a realizar vendas telefónicas, pois é disso que se trata) que o suposto empregador obtém sem gastos. Não conheço ninguém que tenha aceitado “passar o dia” numa empresa destas, mas certamente existirão. Mas o que eu mais gostaria de saber é se alguém foi mesmo contratado e em que condições.

Até porque, um dia ou dois depois de vocês irem à entrevista, o mesmo anúncio volta a aparecer noutra página online de emprego ou noutro jornal diário…

25 de Abril 2011


25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

25 de Abril 2011

Exposição “Educar – Educação para Todos. Ensino na I República”


Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Exposição "Educar - Educação para Todos. Ensino na I República"

Salgueiro Maia (Heróis Populares Portugueses 6)


Salgueiro Maia

(Heróis Populares Portugueses 6)

Salgueiro Maia


Fernando José Salgueiro Maia nasceu a 1 de Julho de 1944 em Castelo de Vide, filho de Francisco da Luz Maia, ferroviário, e de Francisca Silvéria Salgueiro.

O seu percurso escolar teve início na escola primária em São Torcato, em Coruche, prosseguindo depois os seus estudos secundários em Tomar e em Leiria, ingressando na Academia Militar, em Lisboa, em Outubro de 1964. Dois anos mais tarde, o jovem Salgueiro Maia apresenta-se na EPC (Escola Prática de Cavalaria), em Santarém para frequentar o tirocínio e em 1968 é integrado na 9ª Companhia de Comandos, partindo para o Norte de Moçambique.

Salgueiro Maia


Em 1970 é promovido a capitão e em Julho do  1971 embarca para a Guiné, regressando a Portugal em 1973, altura em que é colocado na EPC. Começam as reuniões do MFA. Delegado de Cavalaria, faz parte da Comissão Coordenadora do Movimento das Forças Armadas (MFA), cujas primeiras reuniões tinham já tido início. A 16 de Março de 1974 dá-se o “Levantamento das Caldas” e no dia 25 de Abril Salgueiro Maia comanda a coluna de carros de combate que, vinda de Santarém, cerca os ministérios no Terreiro do Paço, em Lisboa. Ao final da tarde, o movimento militar leva à rendição de Marcelo Caetano no Quartel do Carmo.

A 25 de Novembro de 1975, Salgueiro Maia sai da EPC, comandando um grupo de carros às ordens do presidente da República. Mais tarde seria colocado nos Açores, regressando a Santarém em 1979 para comandar o Presídio Militar de Santa Margarida. Cinco anos depois retorna à EPC.

A saúde de Salgueiro Maia começa a deteriorar-se em 1989 e pouco depois é-lhe diagnosticado um cancro. Apesar de ter sido submetido as duas intervenções cirúrgicas, a doença acabou por derrotar o mais conhecido Capitão de Abril três anos depois, a 4 de Abril.