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200 anos de Franstein


200 anos de Franstein

200 anos depois…

©Ciência Viva

©Ciência Viva

No ano em que se assinala os 200 anos da publicação de Frankenstein, de Mary Shelley, o Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva convida-o a explorar a história, conhecer a ciência e dissecar aquela que é considerada a primeira obra de ficção científica de sempre.

10 de Novembro, 19.30

Frankenstein Dissecado – A Ética e a Ciência

Café de Ciência com comentários ao livro

(Átrio do Pavilhão do Conhecimento)

Estará a nossa sociedade preparada para os desafios que Frankenstein revelou? Devem existir limites para o avanço da ciência e da tecnologia? Poderemos questionar a obra de um criador?

Painel

Maria do Céu Patrão Neves, Universidade dos Açores
Elsa Conde, Plano Nacional de Leitura
Rui Gomes, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Lucília Nunes, Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida

24 de Novembro, 16.00
Frankenstein Dissecado – A Criatividade à Prova

Oficina de escrita criativa

(Biblioteca do Pavilhão do Conhecimento)

Que referências literárias inspiraram Mary Shelley a criar Frankenstein? De que forma a autora foi uma inspiração para outras obras? O que é necessário para escrever uma obra de ficção científica?
Nesta oficina desenvolva a sua técnica de escrita, ponha a sua imaginação à prova e crie um conto ou guião de curta-metragem originais. As melhores obras de ficção científica serão premiadas! 

Painel

Frederico Pombares, guionista

11 de Dezembro, 19.30

Frankenstein Dissecado – Do Passado ao Futuro da Ciência

Exibição de filme com debate

(Auditório José Mariano Gago – Pavilhão do Conhecimento)

O que influenciou Mary Shelley quando escreveu Frankenstein e quais eram as grandes inovações científicas da época? De que forma esta obra inspirou a investigação médica? E a que desenvolvimentos científicos e tecnológicos recorreríamos actualmente para a criação de um “ser perfeito”? Assista ao Frankenstein de James Whale (Universal Pictures, 1931), o filme que imortalizou a “criatura”, e fique para conversar com cientistas.

Painel

Carlos Fiolhais, Universidade de Coimbra

David Felismino, Museu da Saúde

O livro

Da autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres, Frankenstein ou o Moderno Prometeus é considerada a primeira obra de ficção científica da história. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de medicina que cria um monstro no laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi publicada em 1818.

https://www.pavconhecimento.pt/4966/frankenstein-dissecado

 

O Livro

https://www.planetebook.com/free-ebooks/frankenstein.pdf

 

As histórias reais que inspiraram a criação de Frankenstein

Lançado em 1818, o romance “Frankenstein ou o Prometeu Moderno” (“Frankenstein, para os íntimos) foi escrito pela britânica Mary Shelley, que na época tinha apenas 19 anos.

Exatos 200 anos depois do seu lançamento, a história do monstro criado pelo cientista Victor Frankenstein (sim, o nome que deu fama ao personagem vem do seu criador) virou um verdadeiro símbolo da cultura pop, ganhando filmes inspirados no livro e aparecendo em outras produções associadas ao terror e ao Halloween.

E assim como Bram Stoker, o autor de Drácula que se inspirou na história do monarca Vlad III para criar a história do vampiro mais famoso de todos os tempos, a jovem Shelley também estava antenada nos acontecimentos da época para compor o seu livro.

O professor de História Iwan Morus, da Universidade Aberystwyth, do País de Gales, elencou alguns deles em um texto publicado no site The Conversation. Veja a seguir os mais inusitados.

George Forster

Em 1803, quinze anos antes do lançamento de “Frankenstein”, um jovem inglês chamado George Forster foi condenado à forca por um assassinato dentro de uma prisão em Londres. Depois da execução, seu corpo seria levado para uma dissecação pública na Royal College of Surgeons, uma tradicional faculdade de medicina de lá.

Só teve um pequeno problema: Forster, na verdade, foi eletrificado. O seu cadáver, para ser mais exato. Quem relatou o experimento, na época, foi o jornal The Time, que disse que além da movimentação dos músculos e das mandíbulas, um dos olhos do corpo de Forster chegou a abrir com o choque.

Stephen Gray

Em 1730, um astrônomo e tintureiro inglês chamado Stephen Gray suspendeu um menino órfão em fios de seda no ar para demonstrar princípios de condutividade elétrica.

Basicamente, um tubo de carga positiva foi colocado perto dos pés do menino, criando uma carga negativa neles. Devido ao seu isolamento elétrico, uma carga 

positiva foi criada na outra extremidade da criança, fazendo com que pequenos pedaços de folha de ouro fossem atraídos para os dedos dele

Os estudos entre a relação entre a vida humana e a eletricidade eram comuns na época. O próprio Isaac Newton, no início dos anos 1700, mencionava isso em seus estudos. O italiano Luigi Galvani (sogro do filósofo Giovanni Aldini, que eletrificou Forster), ficou famoso por testar a interação da eletricidade em animais. Não à toa, deriva do seu nome o termo galvanismo – a geração de correntes elétricas por meios químicos.

Andrew Ure

Meses após o lançamento do livro de Shelley, em 1818, outro experimento: o químico escocês Andrew Ure realizou experiências elétricas no corpo de Matthew Clydesdale, executado por assassinato. Em seus relatos, Ure descreveu que os experimentos foram tão macabros que pessoas que acompanhavam as demonstrações eram forçadas a deixar o local – uma delas, inclusive, teria desmaiado.

Outro entusiasta desses experimentos foi o próprio marido de Mary, Peter. Para o professor Iwan Morus, a escritora vivia em uma sociedade na qual estudos do tipo eram comuns. “Frankenstein pode parecer fantasia para os olhos modernos, mas para seu autor e leitores originais não havia nada de fantástico nisso.”, disse, em seu artigo sobre o tema.

“Assim como todo mundo sabe sobre inteligência artificial agora, os leitores de Shelley sabiam sobre as possibilidades da vida elétrica”, analisa. É como um episódio de Black Mirror – em pleno século 19.

https://super.abril.com.br/cultura/as-historias-reais-que-inspiraram-a-criacao-de-frankenstein/

Mary Shelley

Mary Shelley por Richard Rothwell ©National Portrait Gallery

Mary Shelley por Richard Rothwell ©National Portrait Gallery

Mary Wollstonecraft Shelley nasceu no dia 30 de Agosto de 1797, em Londres. Filha do filósofo William Godwin e da escritora Mary Wollstonecraft, que morreu 11 dias depois de dar à luz a Mary. A futura escritora teve uma infância intelectualmente estimulante, proporcionada pelo seu pai.

Em 1814, com 17 anos, conheceu o poeta Percy Bysshe Shelley, por quem se apaixonou. Ainda no mesmo ano, o casal fugiu para viver junto.

Dois anos mais tarde, a primeira mulher de Percy foi encontrada morta num lago, suspeitando-se de suicídio, embora as causas nunca tenham sido esclarecidas. Mary e Percy casaram pouco depois e  foram passar umas férias em Genebra, na Suíça, ficando hospedados no mesmo hotel onde estava Lord Byron. Após algumas discussões sobre o sobrenatural, nasceu a ideia de uma competição entre eles com o objetivo de descobrir quem escreveria a melhor história de terror.

Mary, que foi a primeira escritora de ficção científica da história, começou então a escrever “Frankenstein” (também conhecido como “O Prometeu Moderno”) com 19 anos. No entanto, a obra só ficou completa quando a escritora regressou a Inglaterra.

Mary e marido tiveram quatro filhos, dos quais apenas sobreviveu um, Percy Florence.

Entre 1818 e 1822 viveram em Itália, até a morte de Shelley, que se afogou no naufrágio do seu barco durante uma tempestade. Mary e Percy voltaram para Londres, onde sua atividade como escritora era a sua profissão. Escreveu profissionalmente até morrer, em fevereiro de 1851, com um tumor cerebral.

Principais obras:

Frankenstein (O Prometeu Moderno) (1818)

Perkin Warbeck (1830)

Matilda (1819)

The Last Man (1926)

Rambles in Germany and Italy (1844)

Lodore (1835)

Falkner (1837)

The Mortal Immortal (1833)

The Fortunes of Perkin Warbeck (1830)

Valperga (1823)

https://www.infoescola.com/escritores/mary-shelley/

Soyuz special report


Space Today

FEATURE: Soyuz special report

Soyuz Space Crew Launch Failure 2018: Full Coverage

Soyuz MS-10 onboard camera view

On Oct. 11, 2018, two astronauts piled into a Russian Soyuz spacecraft for what should have been a routine trip to the International Space Station. But just a few minutes after liftoff, an issue with the Soyuz’s rocket — also called Soyuz — triggered an emergency landing, which both crewmembers survived in good condition.

Space.com has been covering the incident and its implications for human space exploration since liftoff. Read our complete coverage below.

Thursday, Nov. 1

Russians ID Cause of Soyuz Launch Abort, Release Dramatic Rocket Video
A deformed sensor caused the harrowing Soyuz rocket launch abort that forced its American and Russian crew to perform a emergency landing last month, Russia’s space agency Roscosmos announced Thursday (Oct. 31).

A deformed sensor caused the harrowing Soyuz rocket launch abort that forced its American and Russian crew to perform…

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Dia Mundial dos Animais World Animal Day


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Dia Mundial dos Animais

World Animal Day

MISSÃO DO DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS

Para elevar o status dos animais, a fim de melhorar os padrões de bem-estar em todo o mundo. Construir a celebração do Dia Mundial do Animal une o movimento do bem-estar animal, mobilizando-o para uma força global para tornar o mundo um lugar melhor para todos os animais. É comemorado de maneiras diferentes em todos os países, independentemente da nacionalidade, religião, fé ou ideologia política. Através de uma maior conscientização e educação, podemos criar um mundo onde os animais são sempre reconhecidos como seres sencientes e o respeito total é sempre pago ao seu bem-estar.

MISSION OF WORLD ANIMAL DAY 

To raise the status of animals in order to improve welfare standards around the globe. Building the celebration of World Animal Day unites the animal welfare movement, mobilising it into a global force to make the world a better place for all animals.  It’s celebrated in different ways in every country, irrespective of nationality, religion, faith or political ideology.  Through increased awareness and education we can create a world where animals are always recognised as sentient beings and full regard is always paid to their welfare.

https://www.worldanimalday.org.uk/