European Space Agency Given the Go-Ahead to Hunt for Aliens


Space Today

The European Space Agency (ESA) has been given the green light to go alien hunting. The ESA’s PLATO mission will involve hunting for habitable exoplanets and has been given the go-ahead to move from blueprint to construction.

It was previously selected in 2014 as part of the ESA’s Cosmic Vision Programme, but the launch date has been pushed out two years from 2024 to 2026.

In Sputnik News

https://sputniknews.com/science/201706221054872831-space-agency-alien-hunting/

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Aspirina faz anos


Há 120 anos, um químico que trabalhava para a Bayer criou a Aspirina, mas a história desde medicamento é muito mais antiga. Conheça alguns dos momentos mais importantes e curiosos.

http://observador.pt/especiais/aspirina-uma-historia-com-cinco-mil-anos/

O ácido acetilsalicílico, princípio ativo da centenária aspirina, não cessa de surpreender os médicos, demonstrando efeitos benéficos em casos de dor, de doenças vasculares e cardíacas, de asma e mesmo de cancro. Recorde a reportagem publicada na VISÃO por altura dos 115 anos do comprimido mágico.

http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2017-10-09-Aspirina-O-comprimido-magico-faz-120-anos

 

As minhas “estórias” do meu bairro VII


As minhas “estórias” do meu bairro VII

A ideia de criar um conjunto de pequenas crónicas sobre a Penha de França surgiu depois de ter escrito o livro sobre esta que é a minha freguesia, um documento meramente objetivo e informativo. No entanto, a verdadeira inspiração partiu de um projeto da Biblioteca da Penha de França denominado “Vidas e memórias de bairro”.

Esta iniciativa, que surgiu em 2015, é dirigida aos idosos da freguesia e pretende “recuperar e divulgar histórias de vida, vivências, testemunhos, relatos e memórias importantes e relevantes que estes desejem partilhar e preservar”.

“Vidas e memórias de bairro” tem lugar todas as sextas-ferias à tarde, entre outubro e maio e parte de “sessões denominadas “oficinas comunitárias da memórias” durante as quais é trabalhado um determinado tema relacionado com o património material e/ou imaterial da freguesia”.

In

http://blx.cm-lisboa.pt/vidasmemoriasbairro

 

As minhas “estórias” do meu bairro VII – De volta aos colegas de escola

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Cá estou de volta aos colegas de escola. Da primária, sobretudo, porque o resto do meu percurso escolar é uma grande mancha distorcida. Um ou outro ficaram, mas nada de muito significativo.

Bom, na escola do Vale Escuro a minha colega de carteira era a C.C. que era, também, vizinha próxima, para aí uma ou duas ruas para além da minha. Menina docinha, de risco ao lado com um gancho a segurar a franja, companheira de brincadeiras mais femininas, como vestir e despir bonecas e admirar os modelos da revista Burda que sonhávamos em  transformar em roupas para as nossas “filhas” de plástico e borracha.

A C.C. tinha uma casa que me parecia fantástica. À primeira vista, era um apartamento como todos os outros, mas guardava um enorme segredo no sótão: os quartos dela e da irmã mais nova. Era o sonho de qualquer criança, dormir no sótão. E elas podiam.

Da C.C. e da irmã vou sabendo que estão bem e recomendam-se, notícias que recebo com frequência – felizmente – pelos pais.

Havia também o P.A., o miúdo sardento que era o mais alto de todos, ou talvez não fosse, mas é assim que a minha memória o guarda. A sua franja traquina estava de acordo com a sua personalidade irrequieta mas amável e mais amigo do seu amigo.

E o L., o sempre atinadinho que sabia a lição na ponta da língua mas que não conseguia controlar o cabelo lisinho como as folhas das árvores por mais que se esforçasse. Ao longo dos anos conseguiu domar o cabelo, mas, quando voltou a ser meu colega na secundária, continuava a ser o mesmo atinadinho de sempre. Tratava-me então pelo apelido como se estivéssemos na tropa e embirrava comigo por eu gostar de séries policiais britânicas. E eu embirrava com ele por ser tão atinadinho.

Sem esquecer a E., que morava num prédio enorme no cruzamento da grande artéria da freguesia com a maior praça cá do sítio. Com um certo ar de menina saída de uma adaptação dos anos 70 de uma personagem de Enid Blyton, dava umas ótimas festas de aniversário. Se bem que as melhores memórias não eram propriamente das festas, mas sim dos livros de aventuras dos 5 e dos 7 que emprestávamos uma à outra.

Mais tarde ou mais cedo, os colegas de escola estarão de volta.

Penha de França - Do Rio à Colina Sandra Terenas Edições Fénix
Penha de França – Do Rio à Colina Sandra Terenas Edições Fénix Com o apoio da Junta de Freguesia da Penha de França

“Penha de França Do Rio à Colina”, Sandra Terenas

Edições Fénix

Com o apoio da Junta de Freguesia da Penha de França

Penha de França do Rio à Colina”, procura levar ao conhecimento dos cidadão o património cultural e a identidade própria da Freguesia da Penha de França. É este território, que inclui o Tejo e o ponto mais alto de Lisboa, o Miradouro da Penha de França, que constitui a fronteira entre o centro histórico e a zona oriental da capital.

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