Clube Espacial Português


Clube Espacial Português

Space Today

©Clube Espacial Português ©Clube Espacial Português

The Clube Espacial Português (Portuguese Space Club) is a young organization founded by Vasco Pinheiro with the main purpose  to captivate citizens for the development of space exploration.

Therefore, through different online platforms, the lovers of the space exploration can know the most recent news through the divulgation of the activities promoted by the diverse entities involved in the space exploration.

Rocket ESTES Wild Flyer with a Klima A6-4 engine ©Clube Espacial Português Rocket ESTES Wild Flyer with a Klima A6-4 engine ©Clube Espacial Português

O Clube Espacial Português é uma jovem organização fundada por Vasco Pinheiro cujo principal objetivo é cativar os cidadãos para o desenvolvimento da exploração do espaço.

Desta forma, através de diferentes plataformas online, os amantes da exploração espacial podem conhecer as mais recentes novidades através da divulgação das atividades promovidas pelas diversas entidades envolvidas na exploração do espaço.

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You can find them on Facebook

https://www.facebook.com/groups/clube.espacial.portugues/about/

On their official site

http://www.clubeespacial.pt/

Or on YouTube

https://www.youtube.com/channel/UChOHa2oxO98cgGpZInPmrGw

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Projectos sobre tubarões e raias em Portugal partilham fundo de 100 mil euros


Projectos sobre tubarões e raias em Portugal

partilham fundo de 100 mil euros

“Primeira edição do Fundo de Conservação dos Oceanos, promovido pelo Oceanário de Lisboa e a Fundação Oceano Azul, aposta na investigação de instituições portuguesas sobre espécies ameaçadas e com uma imerecida má fama.

Vão explorar as áreas de maternidade de tubarões à volta do arquipélago dos Açores, procurar vestígios de ADN no ambiente aquático nas Berlengas, e analisar os dados sobre a pesca de tubarões e raias na costa portuguesa para identificar pontos críticos, contando com a ajuda dos pescadores. Estes são os principais objectivos dos três projectos de investigação escolhidos para partilhar os 100 mil euros do Fundo de Conservação dos Oceanos, atribuído pela primeira vez este ano.”

In Público

https://www.publico.pt/2017/12/07/ciencia/noticia/tres-projectos-sobre-tubaroes-e-raias-vao-partilhar-fundo-de-100-mil-euros-1795221

O último urso-pardo português


O último urso-pardo português

“Foi no segundo dia do mês de Dezembro de 1843, com o espírito de Natal já instalado na comunidade serrana e o frio entorpecedor a prometer a chegada de neve e fome, que uma multidão subiu à serra da Mourela, no Gerês, e até ao sítio do Sapateiro. Aí dispersaram e percorreram todo o vale do ribeiro do rio Mau até encontrarem num bosque denso o corpulento urso-pardo que procuravam. Mataram-no e transportaram o seu cadáver para a vila de Montalegre. A notícia da sua morte não ficou por Trás-os-Montes e percorreu todo o país graças à pena de um escriba, que redigiu uma breve nota publicada na Revista Universal Lisbonense a 21 de Dezembro desse mesmo ano. E agora Miguel Brandão Pimenta e Paulo Caetano evocam esse acontecimento como a “última matança”, no livro Urso-pardo em Portugal – Crónica de uma Extinção, publicado em Novembro em versão bilingue (português e inglês) pela editora Bizâncio.”

In Público

https://www.publico.pt/2017/12/09/ciencia/noticia/como-se-extinguiu-o-ursopardo-em-portugal-1795132

Cheias de 1967


O Tempo Que Faz, RTP1

24 Nov, 2017

https://www.rtp.pt/play/p4076/o-tempo-que-faz

 

 

Reportagem de Jacinto Godinho sobre as Cheias de 1967, o modo como o regime tentou esconder a dimensão da tragédia e a importância do acontecimento na politização dos estudantes.

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/1967-grandes-cheias/#sthash.wkPgkkne.9siojkhf.dpbs

 

Reportagem in Observador

http://observador.pt/2017/11/25/cheias-de-1967-vejo-os-videos-da-pior-tragedia-depois-do-terramoto-de-1755/

 

 

“Não falar do mau cheiro dos cadáveres”: como Salazar escondeu 700 mortos

 “Há 50 anos, eu lembro-me”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. De que se lembra o Presidente? Das cheias de 1967 – a maior catástrofe natural em Portugal continental desde 1755 – e de como o regime da altura a quis minimizar. E conseguiu.

In Sábado

http://www.sabado.pt/portugal/detalhe/cheias-de-1967-a-tragedia-esquecida-que-matou-centenas

Popota


popota

Quem me conhece, sabe que não sou a maior admiradora da maior mascote natalícia em Portugal, a Popota.

No entanto, a boneca cor de rosa celebra em 2017 a sua maioridade, o facto assinalável para uma mascote nos dias que correm.

Mas a minha homenagem fica para o animal que inspirou a criação da boneca: o hipopótamo.

Hipopótamo

©Sandra Terenas

©Sandra Terenas

Hippopotamus amphibius

Ordem: Cetartiodactyla Família: Hippopotamidae

A pele quase nua é protegida por uma secreção glandular avermelhada. Os dentes caninos crescem ao longo da vida do animal e podem atingir os 60-80 cm. A colocação no topo da cabeça dos olhos, orelhas e narinas, e os dedos unidos por membranas, são algumas adaptações à vida semiaquática.

Espécie muito territorial e agressiva na defesa do seu território. Passa o dia na água de forma gregária e a noite a pastar plantas herbáceas, de forma solitária. Ao amanhecer, regressa aos rios e podem formar-se grandes agregados de animais, mantendo-se as relações hierárquicas.

A cópula, o parto e a amamentação ocorrem, dentro de água. Cada cria nasce com 30-50 kg de peso, e é amamentada durante 10-12 meses. É comum observar-se fêmeas acompanhadas por 2 a 4 crias de idades diferentes. É frequente em ambos os sexos não haver acasalamento antes dos 13-15 anos de idade.

Pastagens associadas a rios, lagos e outros cursos de água.

Conservação :Vulnerável

Existe uma correlação positiva entre a presença da espécie e a melhoria da pesca nos rios e lagos africanos. Enfrenta a destruição do habitat e a caça pela carne e marfim. A espécie está incluída no apêndice II da Cites (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção).

In Jardim Zoológico de Lisboa

https://www.zoo.pt/site/animais_detalhe.php?animal=24&categ=3

Hipopótamo (Hippopotamus amphibius)

©Sandra Terenas

©Sandra Terenas

 

A palavra hipopótamo tem origem grega, e significa “cavalo do rio” (hippos quer dizer cavalo e potamos significa rio).

A pele do hipopótamo é muito grossa, com espessura de 2 a 5 cm. Sua cabeça é grande e seu lábio superior cobre o inferior por completo. Já suas orelhas redondas e sua cauda são pequenos, em se considerando os 4,5 metros de comprimento, 1,5 metros de altura e as 4 toneladas do hipopótamo. Suas presas chegam a ter 50 cm.

O hipopótamo é um animal semi-aquático. Geralmente fica de 2 a 6 minutos submerso, mas pode ficar até 25 minutos sob a água. Ao submergir, o hipopótomo pode fechar as “janelas” que possui nos orificios nasais. As vezes, emitem um estranho ruido quando soltam jatos de vapor de meio metro de altura. A posição de olhos, orelhas e orificios nasais dos hipopótomos ficam no alto de sua cabeça, o que torna possível que esses animais vejam, escutem e respirem ainda que o corpo esteja embaixo d’água.

Os hipopótamos podem ser encontrados nas planícies da África, sobretudo em reservas no Quênia, em Uganda e na Tanzânia. Vivem em grupos de até 20 animais liderados por um macho.

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©Sandra Terenas

Vivem a maior parte do tempo dentro da água, onde parecem ser animais tranquilos e preguiçosos, tanto que, na água, não existe rivalidade entre grupos. Porém, em terra, são bastante agressivos, tanto entre grupos rivais, como com os humanos. Podem atingir até 50 km/h, e costuma arrasar o que aparece entre a água e a sua zona de pasto.

Os hipopótamos são herbívoros, ou seja, sua dieta é a base de plantas, sendo que chegam a comem cerca de 200 kg em cada refeição. Alimentam-se exclusivamente à noite, quer dizer, têm hábitos noturnos. Sempre alertas, qualquer ruído faz com que o grupo dispare de volta a água, momento em que podem atingir até 50 km/h, arrasando tudo o que se encontra entre a zona de pasto e a água. Dormem durante o dia, sempre dentro da água, pois sua pele é extremamente sensível ao sol.

Para demarcar o território, os hipopótamos abanam o rabo ao defecar, com o objetivo de espalhar as fezes. Isso acaba contribuindo para a fertilização da terra, e conseqüentemente na formação de novos pastos.

A gestação das fêmeas dura cerca de 240 dias, sendo que nasce um filhote por cria, com peso entre 30 e 40 kg. O nascimento ocorre dentro d’água, e a cria é amamentada por algumas semanas. O grupo todo ajuda a cuidar do filhote nos primeiros meses, pois são presas em potencial para os grandes crocodilos. O filhote fica aos cuidados da mãe até completar um ano, quando chega próximo aos 200 kg. Um hipopótamo vive aproximadamente 40 anos.

In InfoEscola

https://www.infoescola.com/mamiferos/hipopotamo/