Charles Dickens


Charles Dickens nasceu há 200 anos

O bicentenário do nascimento do escritor Charles Dickens é hoje assinalado em Lisboa com duas exposições e uma palestra. 

O bicentenário do nascimento do escritor Charles Dickens cumpre-se hoje, sendo assinalado em Lisboa com a inauguração de duas exposições e uma palestra.

Na Biblioteca Nacional é aberta a mostra das edições portuguesas do criador de Oliver Twist, na Sala de Referência, enquanto na Hemeroteca Municipal é inaugurada a exposição “Dickens nas Coleções das Bibliotecas Municipais de Lisboa”.

Também hoje, pelas às 18h, na Biblioteca-Museu República e Resistência — Espaço Cidade Universitária, ao bairro de Santos, em Lisboa, o cineasta Lauro António apresentará a palestra “O Universo de Charles Dickens no Cinema”.

João Botelho realizou, baseado na obra homónima de Dickens, “Hard Times, for these Times” (1854), o filme “Tempos Difíceis, este tempo” (1988), com música de António Pinho Vargas e a participação, entre outros, de Henrique Viana, Julia Britton, Eunice Muñoz, Ruy Furtado e Isabel de Castro.

Charles John Huffam Dickens que experimentou o jornalismo e, para garantir o sustento da família, trabalhou numa fábrica, nasceu em Portsmouth a 7 de fevereiro de 1812.

Dickens começou a editar em 1833 em fascículos no jornal Monthly Magazine a ficção “A Dinner at Poplar’s Walk”, que veio a editar depois em livro.

Primeira tradução em Portugal em 1839

Em Portugal, segundo nota da Biblioteca Nacional, a primeira tradução de uma obra de Dickens, “Conto verdadeiro: o estalajadeiro de Andermatt”, foi publicado no jornal “O Ramalhete”, nº 83 de 22 de agosto de 1839.

Ainda no século XIX são apresentadas “as primeiras traduções de cinco dos seus romances: ‘Oliver Twist’ (1837-1839), ‘The Life and Adventures of Nicholas

Nickleby'(1838-1839), ‘A Tale of two Cities’ (1859), ‘Great Expectations’ (1860-1861) e ‘The Posthumous Papers of the Pickwick Club’ (1836-1837)”, refere uma nota da

Biblioteca Nacional que acrescenta que, em Portugal, o escritor teve maior proliferação editorial nas décadas de 1940 e 1950.

Fonte: Lusa

 

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