Páscoa


Páscoa


A Páscoa é um dos momentos mais marcantes da cristandade.

Contudo, muitos dos rituais e símbolos que todos associamos ao período pascal tem origens diversas, nomeadamente, nos ritos pagãos.

Este é o caso dos ovos pintados com formas abstractas, um costume ainda bastante comum na maioria dos países e que está associado à deusa da fertilidade e do renascimento Eostre ou Ostera, dos panteãos nórdico e germânico e em honra de quem se pintavam os ovos e se celebravam as lebres como símbolos de fecundidade.

Durante a Idade Média, na Páscoa, os nobres e os monarcas tinham o costume de presentear os seus entes queridos com ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas.

Ao longo dos tempos, o ovo tem sido visto como a mais perfeita embalagem natural, sendo que, em algumas culturas simboliza igualmente o começo do universo.
Os ovos eram cozidos e comidos nos festivais do antigo Egito, Pérsia, Grécia e Roma.

De acordo com a mitologia nórdica, as suas sacerdotisas previam o futuro através da observação das entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre é vista na Lua cheia, sendo assim associada ao satélite da Terra e às deusas lunares que o celebravam.

O nome Oestre deu origem às palavras inglesa e alemã para Páscoa, Easter e Ostern, respectivamente.

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